Juscolonialismo: a binariedade natureza/cultura como estratégia colonial greco-romana

De acordo com a tradição ocidental, foram os gregos os primeiros a associar ao direito uma concepção dupla, em que uma parte decorre da opinião dos homens e dela dependente, e outra decorre da própria natureza e é universal e independente da opinião dos homens. Origem binária advém da época da Guerra do Peloponeso, onde Atenienses e Espartanos digladiaram em busca da supremacia regional. As duas etnias entraram em conflito, sendo vitoriosos os Espartanos que dominaram as cidades Jônias. Platão foi o responsável por descrever críticas socráticas e formular uma teoria política em que as duas etnias pudessem conviver, buscando salvar os Jônios do domínio Dório. Assim, o direito natural desempenharia o papel de limitação à vontade popular que, irrestrita, seria perigosa. O Império Romano organizou as formas jurídicas de colonização, pois não interessava instituir o Juscivile aos colonizados, pois geraria desgastes, e aceitava Jusgentium, direito comum de cada povo.

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De Freud à fraude, o Brasil por Nuno Nunes

O contrato social que o pai da psicanálise, o austríaco nascido na atual República Checa, Dr. Sigmund Freud, baseou-se para formular suas teorias foi a ideia de que os seres humanos, abdicando de suas liberdades originais enquanto indivíduos em prol da sobrevivência no coletivo, acarretaria em frustração pessoal que poderia se manifestar de forma violenta em sonhos ou desobediência civil. Seria o inconsciente irracional se manifestando na sociedade. O que isso tem a ver com o Brasil? Como afeta nossa sociedade? Há alternativas para o pensamento de Freud ou ele é uma fraude?
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