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Indians keep dieing for land less. Since 1500, when the imperialism come to America with your capitalism, seen the forest, the earth, the wather like money, indians die. A different sistem to live, a different kind of relationship with the nature, a different human being still want to live. Where that is possible in our world? In Brazil, Argentina, Paraguay, Uruguay, the state have had a new kind of progress of capitalism, and it don’t have hav respected the indigenous people, doing a new colonizacion. The demarcacion of indians land go so slow, given time to industries and market get and get news fields to destruction of indians world. Where we go? “To self destruction”, say xamãs, “to a suicied sistem”. We can stop! Only need a small reconduction of our sistem, the sistem of city, the consumition sistem. A revolution isn’t the changes of state power, but a new kind of relacion with our selves. I believe, I fill it. Wath you fill?

Indígenas seguem morrendo por falta de terra. Desde 1500, quando o imperialismo veio para a América com seu capitalismo, vendo a terra, a floresta, a água como dinheiro, indígenas morrem. Um diferente sistema para viver, um diferente modo de se relacionar com a natureza, e um diferente ser humano ainda quer viver. Onde isto é possível em nosso mundo? No Brasil, Argentina, Paraguay, Uruguay, o estado tem tido um novo tipo de progresso do capitalismo, e isso não tem respeitado os povos indígenas, causando uma nova colonização. A demarcação de terras indígenas tem sido lenta, dão tempo para indústrias e o mercado abocanhar novos espaços para a destruição do mundo indígena. Para onde vamos? “Para a auto destruição”, dizem os xamãs, “para um sistema suicida”. Podemos parar! Precisa apenas uma pequena recondução de nosso sistema, o sistema da cidade, o sistema consumista. Uma revolução não é a mudança do poder no estado, mas um novo tipo de relação entre nós mesmos. Eu acredito. Sinto. O que você sente?

Indigenas siguem moriendo por falta de tiera. Desde 1500, quando el imperialismo llego en la América con su capitalismo, mirando la tierra, la floresta, la agua como dinero, indigenas muerem. Un diferente sistema para vivir, una diferente forma de relacionarse con la naturaleza, e un diferente ser humano aun quiere vivir. Donde es possible esto en nuestro mundo? EN Brasil, Argentina, Paraguay, Uruguay, el estado tiene tido un nuevo tipo de progresso del capitalismo, e eso no hay respechado los pueblos indigenas, tornando una nueva colonizacion. Las demarcaciones de las tieras indigenas caminam lientamente, dando tiempo para industrias y el mercado tomar espacio para la destruicion del mundo indigena. Para onde vamonos? “Para la auto destruicion”, dicem los xamãs, “para um sistema suicida”. Podemos parar! Necessitamos no mas que unos ayustes en nuestro sistema, el sistema de la ciudad, el sistema consumista. Una revolucion no es el cambio del poder del estado, mas un nuevo tipo de relacion entre nosotros. Yo lo creo. Lo siento. Y vos lo que sientes?

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