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Nota de esclarecimento do Centro de Trabalho Indigenista – CTI em relação às denúncias de envolvimento da entidade na mudança da AER-FUNAI de Bauru para Itanhaém.
Brasília, 27 de Julho de 2009
Em razão dos incidentes envolvendo lideranças indígenas da Região Centro Oeste e Sudeste do Estado de São Paulo contrárias à transferência da Administração regional da FUNAI de Bauru (SP) para o litoral, e a imputação de responsabilidade ao Centro de Trabalho Indigenista – CTI e aos antropólogos, esclarecemos:
O CTI, desde sua fundação em 1979, seguindo as premissas de apoiar as legítimas reivindicações das populações indígenas para o reconhecimento e legalização de suas Terras e territórios perante o Estado Brasileiro, tem acompanhado, ao longo do tempo, diversas questões, conflitos e pressões que ameaçam a garantia das Terras Indígenas e a vida de suas comunidades.
O fato de apoiar as justas reivindicações territoriais inclusive na região Sudeste onde a maioria das Terras Indígenas no litoral está em processo de regularização e/ou aguardando início dos procedimentos1 não lhe confere nenhuma competência ou capacidade de interferir na reforma estrutural, de esfera exclusiva da FUNAI e da CNPI – Comissão Nacional de Política Indigenista, sendo da FUNAI a responsabilidade e o encargo de promover a difícil tarefa de atender as populações indígenas fornecendo as  estruturas necessárias para o seu desempenho.
O Centro de Trabalho Indigenista, respondendo a acusação formulada, não possui nenhum interesse particular e tampouco tem participação na transferência da AER de Bauru ou na criação de outra unidade administrativa na região, cuja tramitação segue seu curso há tempos na FUNAI. Somos sabedores da demanda dos povos Guarani e Tupi-Guarani, que têm expressado em documentos a reivindicação de uma AER no litoral para minimizar conflitos e prestar assistência às aldeias.
Seguindo nosso compromisso, respeitando a Constituição Federal e a Convenção 169, que prevê autonomia aos Povos Indígenas em suas decisões, acreditamos firmemente que não temos capacidade, intenção e muito menos o poder de manipular lideranças indígenas nos seus pleitos.
Coordenação Geral do CTI

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Nota de esclarecimento do Centro de Trabalho Indigenista – CTI em relação às denúncias de envolvimento da entidade na mudança da AER-FUNAI de Bauru para Itanhaém.

Brasília, 27 de Julho de 2009

Em razão dos incidentes envolvendo lideranças indígenas da Região Centro Oeste e Sudeste do Estado de São Paulo contrárias à transferência da Administração regional da FUNAI de Bauru (SP) para o litoral, e a imputação de responsabilidade ao Centro de Trabalho Indigenista – CTI e aos antropólogos, esclarecemos:

O CTI, desde sua fundação em 1979, seguindo as premissas de apoiar as legítimas reivindicações das populações indígenas para o reconhecimento e legalização de suas Terras e territórios perante o Estado Brasileiro, tem acompanhado, ao longo do tempo, diversas questões, conflitos e pressões que ameaçam a garantia das Terras Indígenas e a vida de suas comunidades.

O fato de apoiar as justas reivindicações territoriais inclusive na região Sudeste onde a maioria das Terras Indígenas no litoral está em processo de regularização e/ou aguardando início dos procedimentos1 não lhe confere nenhuma competência ou capacidade de interferir na reforma estrutural, de esfera exclusiva da FUNAI e da CNPI – Comissão Nacional de Política Indigenista, sendo da FUNAI a responsabilidade e o encargo de promover a difícil tarefa de atender as populações indígenas fornecendo as  estruturas necessárias para o seu desempenho.

O Centro de Trabalho Indigenista, respondendo a acusação formulada, não possui nenhum interesse particular e tampouco tem participação na transferência da AER de Bauru ou na criação de outra unidade administrativa na região, cuja tramitação segue seu curso há tempos na FUNAI. Somos sabedores da demanda dos povos Guarani e Tupi-Guarani, que têm expressado em documentos a reivindicação de uma AER no litoral para minimizar conflitos e prestar assistência às aldeias.

Seguindo nosso compromisso, respeitando a Constituição Federal e a Convenção 169, que prevê autonomia aos Povos Indígenas em suas decisões, acreditamos firmemente que não temos capacidade, intenção e muito menos o poder de manipular lideranças indígenas nos seus pleitos.

Coordenação Geral do CTI

1 – Vale do Ribeira, SP, (13 TI), litoral de SP (11 TI), capital SP (03 TI), litoral do RJ (06 TI), num total de 33 TI, No oeste Paulista, há 05 Terras Indígenas.

Um pensamento em “Centro de Trabalho Indigenista – CTI: Nota de Esclarecimento

  1. Sou professora da rede municipal de São Caetano do Sul, SP. A minha escola está realizando um projeto sobre a sociedade indígena. E gostariamos de contar com a presença de grupos indígenas para falar da sua cultura, danças, cantos, artesanato, etc. Vocês poderiam me ajudar a contatar esses grupos (de preferência no ABC Paulista) ? Desde já agradeço sua valiosa atenção e aguardo a resposta. Abraços. prof. Márcia

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