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“Alcançar o desenvolvimento sustentável implica em uma transição global – saindo de predominantes padrões injustos e ecologicamente desestabilizadores de desenvolvimento para formas de progresso baseadas na prosperidade compartilhada e na proteção ambiental. O governo global desempenha um papel crucial nesta mudança. Este se refere ao conjunto de instituições, mecanismos, normas e políticas que moldam os processos globais, mediam as relações entre agentes e fornecem um quadro de cooperação para enfrentar os desafios globais. Atualmente, ele inclui o Sistema das Nações Unidas, o Grupo dos 20, a Organização Mundial do Comércio, instituições financeiras internacionais e centenas de tratados internacionais e instrumentos jurídicos não vinculativos sobre o comércio, o meio ambiente e o desenvolvimento.”

Este texto não é de nenhum teórico da conspiração que relata sobre dominação do Planeta Terra. Mas é a apresentação das propostas da “Conferência da ONU sobre o Desenvolvimento Sustentável – Rio+20, que ocorrerá em Junho de 2012, no Rio de Janeiro, Brasil.

Confira no link http://www.rio20.info/2012/noticias-2/a-reforma-no-governo-global-do-desenvolvimento-sustentavel-um-programa-baseado-na-justica

Assim continua o texto que parece solucionar os problemas no Planeta:

“No contexto de uma transição para o desenvolvimento sustentável, o governo global precisa permitir uma transformação nos processos econômicos e sociais e nas estruturas para obter o desenvolvimento e sustentabilidade ambiental, integrar as áreas de elaboração de políticas para alcançar co-benefícios e enfrentar as consequências de suas interações (por exemplo, mudanças ambientais e econômicas para os necessitados). O governo mundial vai precisar regular, de forma eficaz, o comportamento dos atores estatais e não-estatais, mobilizar recursos, implementar e executar os compromissos e dar aos países o espaço e a competência para projetar com êxito seus próprios caminhos para mudar.”

“O governo global do desenvolvimento sustentável não será, de modo algum, neutro. O processo de desenvolvimento sustentável terá vencedores e perdedores: velhas tecnologias, práticas e formas de organização social terão que dar lugar às novas. O governo mundial terá que orientar este processo a favor dos marginalizados e daqueles que não tem voz: os pobres e as gerações futuras. A administração do desenvolvimento sustentável requer uma postura democrática, em prol dos necessitados, inclusiva e baseada na justiça.”

O que pensar das propostas? Realmente um Programa baseado em Justiça?

Para mais informações, assista o filme de Alex Jones: A Queda da República.

 

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