Home

Finalizada mais uma etapa da humanidade. O ano de 2014 encerrou e chega 2015. Para quem os vive, encontrará marcado nos livros de história que virão como os anos da virada global.

Um Papa argentino mediou o conflito de décadas entre o capitalismo e socialismo, e fez um presidente afro-americano, de nome Barack Hussein Obama, aliviar o embargo à Cuba de Castro, não o Fidel, mas Raul.

No futuro não se perguntarão, mas hoje somos obrigado a questionar: o que tem soado estranho nos noticiários?

Se pensarmos que “estranho” é aquilo que não estamos acostumados a conviver, aquilo que não faz parte do nosso cotidiano, então, analisando a história, temos que estranhar um presidente nos EUA ser um afro-americano, por exemplo. Cargo ocupado por brancos ricos desde que inventaram o país.

Mais estranho: um Papa argentino. É o primeiro Papa nascido no continente americano, o primeiro pontífice não europeu em mais de 1200 anos de Igreja Católica, e também o primeiro papa jesuíta da história. Estranhíssimo!

Cuba sem a força de Fidel Castro à frente, por exemplo. Fidel sempre foi um grande líder no mundo socialista e odiado no mundo capitalista. Acusado de ditador e teimoso em seus ideais, contornou os embargos econômicos impostos pelos EUA ao seu povo, deixando o legado de, mesmo com todos os percalços, alcançar altos índices de desenvolvimento humano e social para os cubanos.

Por que estas notícias só foram possíveis nestes últimos anos?

Bem, primeiramente, busquemos o que aconteceu nos anos passados, ou melhor, no século passado, que possa nos ajudar a compreender.

obama

I Guerra Mundial – redistribuição dos territórios Imperiais

Após a Primeira Guerra Mundial (1914 a 1918), as potências vencedoras que ocuparam os territórios dos Impérios Austro-húngaro, Otomano, entre outros, se reuniram para criar um acordo de paz. Assim, em 1919 foi assinado o Tratado de Versalhes que criou a Sociedade das Nações, ou Liga das Nações, que tinha a função de evitar um novo confronto internacional. A Liga se baseou numa proposta do presidente estadunidense Woodrow Wilson, que buscava o fim das barreiras econômicas entre os países. Foram criadas várias instituições como o Tribunal Permanente de Justiça Internacional, a Comissão de Desarmamento, a Organização de Saúde, a Organização Internacional do Trabalho, a Comissão de Mandatos, a Comissão Internacional de Cooperação Intelectual, o Conselho Central Permanente do Ópio, a Comissão para Refugiados, e a Comissão de Escravatura.

As atividades da Liga das Nações duraram até 1946, pois ela perdeu credibilidade por não conseguir evitar a Segunda Grande Guerra.

Vamos pensar em como um cidadão comum vivia naquela época em que uma organização internacional ensaiava-se no mundo. Se fosse um simples proprietário de terras, continuaria plantando sua subsistência e vendendo seu excedente ao mercado. Mas para ser proprietário deveria ser do sexo masculino e herdeiro de terras, na maioria das vezes. Se tivesse a sorte de encontrar algum minério no subsolo de sua propriedade teria dois caminhos: vender para alguém que o explorasse ou explorar por conta própria, mas para isso teria que ter um capital inicial e teria que recorrer a algum Banco.

Bem, e se não fosse um simples proprietário? Restaria buscar emprego em fazendas ou fábricas nas cidades, ou na indústria da pesca. Também tinha a carreira militar em ampla ascensão, bem como o crime organizado e tráfico de drogas. É… a vida era dura.

II Guerra Mundial – reorganização da distribuição territorial

Por vários motivos a Liga das Nações fracassou. Além de alguns países não terem ficado satisfeitos com seus territórios na distribuição e quererem ocupar os vizinhos, o proponente da Liga, os EUA, não entrou no clube de Nações pois o Senado estadunidense não aprovou (salientamos que nem a Arábia Saudita fez parte da Liga).

Com a Segunda Grande Guerra, o conflito total se refez e ao seu final, em 1945, os países aliados criaram a Organização das Nações Unidas (ONU), que tinha também a função de assegurar a paz mundial. Também várias instituições foram formadas: Conselho de Segurança (para decidir determinadas resoluções de paz e segurança), o Conselho Econômico e Social (para auxiliar na promoção da cooperação econômica e social internacional e desenvolvimento), o Conselho de Direitos Humanos (para promover e fiscalizar a proteção dos direitos humanos e propor tratados internacionais sobre esse tema), o Secretariado (para fornecimento de estudos, informações e facilidades necessárias para a ONU), o Tribunal Internacional de Justiça (o órgão judicial principal), a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Programa Alimentar Mundial (PAM) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

onu

O que poucos se dão conta é que a ONU foi iniciada muito antes, em 1942, em meio à II Guerra, quando os EUA e Reino Unido fecharam acordo de paz no Oceano Atlântico, e selaram a Carta do Atlântico, em que garantiriam livre comércio e cooperação econômica. Daquele acordo feito por Winston Churchill (Reino Unido) e Franklin D. Roosevelt (EUA), e elaborado pelo Departamento de Estado dos EUA em 1939 (ano em que iniciou a II Guerra), que levou mais 26 países para a pacificar as relações no Atlântico.

Em 1944 outras instituições globais foram criadas, em Bretton Woods, EUA. Uma delas foi o Banco Mundial, com a missão de financiar a reconstrução dos países devastados pela Segunda Guerra Mundial. Com o tempo a missão evoluiu para a de financiamento do desenvolvimento dos países mais pobres. A outra instituição foi o Fundo Monetário Internacional (FMI), a quem cabia fiscalizar as taxas de câmbio e conceder empréstimos em casos de desequilíbrio na balança de pagamentos. Caso a taxa de câmbio ultrapassasse um “ponto de sustentação”, o país deveria comprar ou vender sua moeda para manter a paridade com o Dollar dos Estados Unidos dentro dos limites permitidos. Lembremos que foi estabelecido que o Banco Mundial seria comandado pelos EUA, ao tempo que o FMI, pela Europa, o que é seguido até hoje.

Um cidadão comum nessa época, se fosse um proprietário de terras, já teria sua região investigada sobre quais possibilidades de melhor produção: o mundo deixava de ser um aglomerado de famílias e propriedades avulsas para se tornar um imenso negócio, bastava ser mapeado. E se sob seu terreno tivesse minérios, poderia explorar com auxílio de empresas ou financiamento de Bancos, porém se tivesse petróleo, estaria em uma bela encrenca.

Se não fosse proprietário… bem, a industrialização do campo já era crescente e abandonaria a mão de obra humana, restando aos cidadãos as indústrias ou comércio nas cidades ou, ainda, o serviço militar, ou alguma empresa de milícia que contratava soldados para executar missões secretas, ou o crime organizado que se somava ao tráfico internacional de drogas.

III Guerra Mundial – Guerra Fria

O final da II Guerra Mundial deu início à Guerra entre as principais potências militares e territoriais da época: Estados Unidos da América (EUA) e União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Mas o que eles disputavam?

Se pensarmos que a II Guerra começou com a insatisfação de algumas nações quanto aos territórios distribuídos, e quando os EUA apresentaram sua proposta de paz no Atlântico em 1939, dividindo as responsabilidades com o Reino Unido, fica fácil compreender que a Guerra Fria foi a disputa destes aliados do Atlântico para dominar o Oceano Pacífico. Não?! Lembremos que a II Guerra foi finalizada com as bombas atômicas lançadas no Japão em agosto de 1945, o que levou o Império Japonês, uma ilha do Pacífico, a se render.

A Guerra Fria levou as potências à concorrerem em tecnologias de mapeamento e extração de minérios, necessários para proteção militar. Entre eles o mais utilizado na época: petróleo.

Com o acordo assinado em Bretton Woods (1944) os países que não queriam mais enfrentar crises financeiras (como a de 1929) tinham que manter suas moedas nacionais com base numa moeda aceita internacionalmente, isto é, o Dollar estadunidense, obviamente, pois quem criara o plano fora o Departamento de Estado dos EUA. Sem ter alternativas, todos aceitaram, pois a promessa era que o Dollar seria convertido em ouro quando fosse solicitado pelos membros.

Porém, em 1971, diante de pressões crescentes na demanda global por ouro, Richard Nixon, então presidente dos Estados Unidos, suspendeu unilateralmente o sistema de Bretton Woods, cancelando a conversibilidade direta do dollar em ouro. O que mais iam fazer naquele momento em que os EUA estavam em plena disputa pelo Vietnam?

Verdade! Por quê os EUA se meteram numa guerra de 20 anos com o Vietnam (1955 a 1975)? Mais uma vez a disputa pelo domínio do Pacífico e o Vietnam está localizado no principal acesso ao Oceano Índico. Controlar o Vietnam era garantir a logística global tanto do petróleo quanto de outras commodities: o sonho capitalista do comércio sem fronteiras.

Nixon foi o porta voz da estratégia estadunidense em salvar o Dollar e a economia de seus aliados, sem gerar uma nova Guerra Mundial. Ao invés de lançar o mundo contra os EUA para cobrar uma dívida, ele simplesmente distribuiu sua dívida ao mundo. Retirou o padrão ouro e colocou no lugar o padrão petróleo.

Esta é a Era do petrodollar que estamos vendo chegar ao final em 2014/15. Lembra-se de quais países tinham ficado de fora da Liga das Nações? EUA e Arábia Saudita.

Os EUA tornaram-se o maior abastecedor da I e II Guerras com sua indústria do petróleo, que substituiu o carvão usado nas guerras anteriores. Com isto, a indústria do petróleo cresceu no solo norte americano, invadindo terras no Canadá e México. Os grandes mandatários da exploração petrolífera nos EUA eram os Rockefeller, donos da Standart Oil, que em 1911 se dividiu em várias empresas como Exxon, Chevron, Atlantic, Mobil e a Amoco.

Com o aumento na procura pelo petróleo e seus derivados, os Rockefeller, em parceria com investidores do nível dos Rothschild, JP Morgan, entre outros, rumaram para mapear as maiores jazidas do mineral pelo mundo e encontraram no Oriente Médio. Financiaram grupos, já no início dos 1900, a derrubarem governos e até mesmo Impérios como o Otomano. Auxiliaram Ibn Saud a dominar as terras da península arábica e a formar o Reino Saudita, que foi reconhecido oficialmente pelos EUA em 1933.

Pois, Nixon em 1971 usou do antigo parceiro estadunidense para garantir um acordo: manteriam a compra de petróleo da Arábia Saudita, que em troca de armas e de proteção militar das jazidas, passaria a realizar todas as vendas de petróleo aos demais compradores somente em dólares norte-americanos.

Bingo!

Em seguida, os outros países da OPEP (Organização dos Países Produtores de Petróleo, criada em 1960) concordaram em semelhantes promoções garantindo assim uma demanda global por Dollar e permitindo que os EUA exportassem uma parte da sua inflação.

opep

Este sistema funcionou para estabilizar a economia por mais algumas décadas, mas hoje abre falência. Para manter o preço do Dollar em alta, os produtores de petróleo controlam a produção mundial (lei de oferta e demanda, mais petróleo no mercado, mais barato custa o barril).

Sim. Um cartel.

Para manter o Dollar e sua economia, os EUA ampliaram o compromisso assumido com a Arábia Saudita de garantir armamento e proteção das jazidas às demais regiões petroleiras do mundo aliado. Estabeleceu em vários recantos estratégicos do planeta suas milícias em Bases Militares financiadas pelo petrodollar. Ocuparam territórios e sacudiram sociedades ou para formar mercado consumidos, ou para introduzir sua indústria exploradora de jazidas. E até jogaram povos desarmados contra seus governos como as Primaveras do leste europeu e países árabes.

Porém, um fenômeno tem corroído o sistema do petrodollar: o desgaste.

IV Guerra Mundial – Guerra ao Terror

As últimas tentativas de manter o petrodollar causou estragos pelo mundo. Saddam Hussein tentou vender petróleo convertendo não mais em Dollar estadunidense, mas em Euro, pois à época estava mais valorizado. Quem não lembra o que aconteceu?

Um apagão ocorreu no mundo.

11-9

Aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas em Nova Yorque em 11 de setembro de 2001. A partir daquele dia, quem ousasse não seguir o padrão de venda de petróleo em Dollar, seria chamado de Terrorista. E o Iraque de Hussein foi invadido pelas milícias dos EUA e aliados em 2003, que diziam buscar armas químicas e um líder islâmico foragido, ligado à segunda família mais rica da Arábia Saudita, e que organizara uma milícia para derrubar o rei Saudita para fazer seu país a voltar aos costumes tradicionais que vinham se ocidentalizando por conta da influência estadunidense. Seu nome era Osama bin Laden.

Os aliados ocuparam o Afeganistão caçando bin Laden. Chegaram ao Paquistão. Encostaram no território entre a China e Rússia.

Em 1o de maio de 2011, o presidente dos EUA, um afro-americano, de nome Barack Hussein Obama (aquele que falamos), anunciou ao mundo que sua milícia havia assassinado bin Laden e jogado o corpo no Oceano. Místico! Seria a conclusão da ocupação dos sete mares pelo mundo do petróleo?

Talvez…

Estamos em 2015. Ano das mudanças. Ano da virada.

Mas qual virada estamos falando?

O fim da Era petrodollar.

Depois de dez anos da Guerra do Iraque, os países produtores e consumidores de petróleo organizaram-se ao redor dos BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Cada qual representa um bloco regional de países que também anseiam por participação no mercado.

O que todos eles querem?

Lucrar.

Como pretendem fazer isso? Usando a mesma receita dos anos 1900.

brics-400x241

V Guerra Mundial – Guerra do câmbio?

2015 será conhecido como o ano do acordo alternativo à Bretton Woods.

O Sistema Dollar não suporta mais o desgaste e terá de ser resetado. Um novo padrão para balizar as negociações do petróleo terá de surgir. Os BRICS já deram sua proposta de solução.

Em 15 de julho de 2014, durante a Sexta Cúpula do BRICS, em Fortaleza, Ceará, Brasil, os presidentes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul assinaram um acordo, oficializando a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, NBD, também referido como “banco dos BRICS”, cujo principal objetivo é o financiamento de projetos de infraestrutura e desenvolvimento em países pobres e emergentes. O acordo foi firmado pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff, pelo novo premiê indiano, Narendra Modi, pelos presidentes da Rússia, Vladimir Putin, da China, Xi Jinping, e da África do Sul, Jacob Zuma.

O banco dos BRICS terá sua sede em Xangai, na China. Seu primeiro presidente será indiano. O Brasil deverá indicar o presidente do Conselho de Administração do banco. À Rússia caberá nomear o presidente do Conselho de Governadores, e a África do Sul sediará o Centro Regional Africano da instituição.

Estranho, não? Cria-se novas instituições globais, porém ninguém fala em Guerra?

Vamos lembrar por onde andou aquele cidadão comum nestes anos.

Depois de insistir em manter sua propriedade produtiva, seja plantando ou explorando minérios, com tantas crises econômicas o cidadão foi obrigado a fazer empréstimos para pagar dívidas contraídas. Foi ao banco e se endividou, colocando sua propriedade como penhora. A propriedade se capitalizou nas mãos do banco. Aos que não fizeram empréstimos, mas receberam incentivo de empresas do agronegócio ou mineração para continuar com suas atividades, mal perceberam, mas já trabalham para tais empresas. Ambos deixaram de ser proprietários para serem empregados ou dos bancos ou do agronegócio.

E quanto aos que não eram proprietários? Mais uma vez restou-lhes a cidade. Aglomerados urbanos. Subempregos no comércio ou indústrias. Gerações sendo exploradas.

Muitos analistas dizem que a grande imprensa não tem revelado os fatos para a população sobre a gravidade do que está acontecendo. Mas se pensarmos ao longo da história humana, talvez nunca fora tão noticiada a situação. Antigamente mal se sabia o que ocorria no outro lado do mundo. Agora se sabe via internet na mesma hora, numa distância de um click!

Alguns pensam que a população não se revolta quando percebe o que está acontecendo, mas há dificuldades em compreender o que realmente está em jogo. Rebelar-se hoje é como escolher torcer para um time ou para outro, que têm os mesmos patrocinadores, os mesmos donos, as mesmas regras; porém mudam as cores nos uniforme e o mando de campo.

Talvez ocorra o esperado para analistas como o Sociólogo português Boaventura de Souza Santos: a Guerra Total.

Talvez ocorram, como alertava Hugo Chavez, uma nova leva de revoluções coloridas em países sem tanta militarização como Venezuela, Brasil e Argentina, buscando desestabilizar os atuais governos de centro-esquerda até derrubá-los e voltarem a governos alinhados ao Império.

Talvez ocorram uso de novas tecnologias ainda não divulgadas pela grande imprensa, como provocadores de terremotos e tsunamis, o chamado HAARP (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência, pesquise que vai encontrar muita coisa!), tendo Rússia, Índia e China como alvos. (Lembre-se que à diferença dos países latinos, os orientais possuem bomba atômica).

haarp-works1

Contudo, o que mais se espera que ocorra é uma transição do padrão petrodollar para o já criado “direitos de saque especiais” (special drawing rights – XDR ou SDR) que são reservas cambiais definidas e mantidas pelo Fundo Monetário Internacional.

O SDR foi criado pelo FMI em 1969 e se destinariam a ser um ativo para reservas cambiais no âmbito do sistema de Bretton Woods, de taxas de câmbio fixas. Foi inicialmente definido como 1 Dollar estadunidense igual a 0,888671 gramas de ouro. Após o colapso do sistema no início de 1970 o SDR assumiu um papel muito menos importante, agindo como o unidade de conta para o FMI desde 1972.

O que temos de certeza é que algo virá em breve para regulamentar as compras de petróleo. Rússia e China já fazem negócio usando o ouro como moeda, deixando o Dollar de lado e mostrando aos EUA e Reino Unido que não são Saddam Hussein no Iraque nem Muammar al-Gaddafi na Líbia.

Os EUA já não são mais os mesmos consumidores de petróleo como antigamente. Perderam o primeiro lugar para a China, que pode passar a mandar no mercado. As ameaças feitas durante a Guerra Fria e a Guerra ao Terror pelos EUA e aliados, pode não passar de blefe atualmente, tendo em vista que a China e Rússia também investiram em tecnologias de desestabilizadores de massa (HAARP) que também não são divulgados.

Assim, concluímos que no mundo atual, dominado pela internet que traz tanto informação quanto desinformação, o que pode ocorrer não cairá do céu, mas já está pronto para ser usado na terra e já foi testado, tanto no âmbito econômico como no bélico.

Como brasileiro, país especializado em diplomacia, ficamos na turma do “deixa disso” e desejamos um sonoro: Feliz Mundo Novo!

nunoninena2014

Nuno Nunes – Filósofo e escritor

Um pensamento em “Feliz Mundo Novo! – BRICS, Petrodollar e Ouro

  1. Pingback: “Guerras cambiais estão vindo”: O verdadeiro significado da ascensão do franco suíço | Haraquiri - mostrando as entranhas

Obrigado!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s