Século XXI: Direitos Humanos e o fim dos preconceitos.

A modernidade, o século XXI canta os louros da evolução humana nos campos da tecnologia, da biologia e dos direitos humanos. A mídia nacional e internacional, os movimentos sociais, as ONGs e as lideranças mundiais comprometidas com a luta pelo cumprimento dos direitos humanos e o respeito pelas identidades, religiosidades, sexualidades e tantas outras diferenças inerente a humanidade, “festejam” uma era de “liberdade, igualdade e fraternidade”. Nunca na História da humanidade as diferenças foram tão bem discutidas, aceitas e inclusive reconhecidas juridicamente. Podemos citar, por exemplo, o crime de racismo, a violência contra a mulher e o casamento gay que já possuem legislação efetiva em vários países do mundo, inclusive no Brasil. A homofobia, por exemplo, apesar de ainda não possuir aparato jurídico legal, pelo menos no Brasil, já está sendo amplamente discutida na sociedade e combatida através de campanhas de esclarecimentos e conscientização da diferença sexual. Em curso também, estão às lutas de inclusão social, econômica e política através do respeito e garantia dos direitos das minorias que podem ser encontradas, por exemplo, na Declaração dos Povos Indígenas e Minorias elaboradas pela ONU em 2007.

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Povos indígenas: elementos chaves na Conferência Rio+20

Os povos indígenas e suas organizações iniciaram hoje suas actividades em Rio+20, onde o Grupo Principal de Povos Indígenas leu um texto no que reivindicam o Bom Viver e os Direitos da Mãe Terra, propõem a inclusão da cultura como quarto pilar do desenvolvimento sustentável e demandam o respeito aos direitos humanos e colectivos, em particular a livre determinação. Os territórios e o consentimento prévio, livre e informado. Assim mesmo, propõem o reconhecimento de todas as diversas economias, que se regulem as actividades extractivas e que as empresas dedicadas a estas rendam contas pelos danos ambientais, sociais e económicos que têm causado. Aqui o texto: